quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Luto contra o abandono


Porque não basta apenas lamentar, junte-se a nós e assinale também o Luto contra o Abandono. De 1 a 18 de Setembro vamos unir-nos, mostrar que estes cães não foram esquecidos e que é possível fazer um futuro melhor para muitos outros.

Contamos consigo para participar e ajudar a divulgar este movimento. Utilize a imagem do Luto contra o Abandono online, no carro, no local de trabalho e outros. Não se esqueça, para ajudar a sua imaginação é o limite.

Vai ver que fazer a diferença é fácil - basta ter coração.


18 DE SETEMBRO – LUTO CONTRA O ABANDONO. NÃO OS ABANDONE TAMBÉM AO ESQUECIMENTO.


www.petnet.pt/lutocontraoabandono

terça-feira, 15 de setembro de 2009

RIP Patrick Swayze







Conheci-o na minha adolescência, quando tinha apenas dez anos de idade através do filme "Dirty Dancing" e permaneci apaixonada por este magnífico dançarino, actor e até cantor. A sua face angelical e os seus incríveis passos de dança tornavam-no único. Adorei ver "Norte e Sul", "Ghost", "Os marginais", "Cartas de um assassino", "Road House", "As minas do Rei salomão", "A vingança do clã", "Dirty dancing: Havana nights", "Ruptura explosiva"... basicamente todos os filmes onde participou, quer fosse como actor principal ou não.
Nesta batalha desigual contra o cancro do pâncreas foi um guerreiro, um lutador e nunca se deixou abater. Trabalhou até ao fim! Hoje de madrugada a sua última dança levou-o até ao céu!


RIP Patrick Swayze, meu ídolo da adolescência. Mais uma estrela brilha no céu!

sexta-feira, 3 de julho de 2009

Pai Herói


Tu foste, querido Pai, o meu Herói

Nesta vida tão ingrata que vivemos.

E a tua ausência é o que mais dói,

É beber o mais lento dos venenos!

Dia negro, de todos o mais triste,

Aquele em que me morreste nos braços.

Não posso crer ainda que partiste

Ou que jamais me guiarás os passos.

Sinto agora um vazio infinito.

Arrancaram um pedaço do meu Ser,

Sufoquei até à morte no meu grito!

Eu sei que tu me vês, meu anjo lindo!

Só te peço que me guardes por enquanto,

Até ao dia de também me veres partindo…


Orgulhosamente Paula Correia

domingo, 31 de maio de 2009

Como nasce uma pedra



Por vezes, quando penso na minha vida, olho à minha volta e vejo milhões de pedacinhos de vidro espalhados por toda a parte, pequenas fracções de mim que fui perdendo pelo caminho e nunca voltarei a recuperar. Ainda que eu tentasse pacientemente colar todos os vidrinhos, como um puzzle, faltariam sempre peças, existiriam sempre falhas…

Existem problemas que nos perseguem a vida toda e por muito que fujamos eles estão eternamente à espera, assombrando-nos como fantasmas, aparecendo do nada. Basta uma pequena memória e eles voltam, amedrontam-nos e impedem-nos de avançar.

Todas as pessoas que nos dizem algo, mais cedo ou mais tarde acabam por nos falhar. E logo elas, aquelas pessoas, as únicas que jamais poderiam magoar-nos, fazem-no. Então, ficamos assim atordoados, como se nos tivesse caído o céu na cabeça, mas porém impávidos, incapazes de reagir. Acreditem! Pode demorar dias, meses ou anos, mas aqueles que amamos hão-de sempre magoar-nos. Nesses dias, a dor há-de consumir-nos por dentro como uma fogueira e os nossos joelhos dobrar-se-ão para tocar o solo. O nosso coração rasgar-se-á a meio, levaremos as mãos à cabeça e iremos chorar até que os nossos olhos estejam mais secos que o deserto. E ainda que os nossos gritos se oiçam para lá do infinito ninguém nos poderá valer, ninguém se irá importar, nem o mundo irá parar para se apiedar de nós. Aí nesse momento, desprovidos de qualquer réstia de esperança, tomamos consciência do quanto somos pequenos, de quão fúteis são todas as coisas, de quantas expectativas tolas e ilusões criamos…

Em certos dias sinto-me imóvel e inútil como solo infértil. Como posso semear algo em mim, se de mim nada nasce? Tudo morre, tudo seca, nada frutifica!

Este mundo não está feito à medida de pessoas fracas, pois quem fraqueja perde. Eu tento ser como uma árvore com raízes tão profundas quanto possível para aguentar os ventos mais fortes e as piores tempestades, não quero ser varrida à primeira ventania. Dizem que as árvores morrem de pé, mas não sei quanto tempo mais conseguirei aguentar os agrestes temporais desta vida. Talvez seja desta forma que nascem as pedras…

Paula Correia


sábado, 9 de maio de 2009

10 de Maio - Dia Mundial do Lúpus


10 de Maio - Dia Mundial do Lúpus


O Lúpus é uma doença crónica, auto-imune e que causa inflamação e danos em qualquer tecido ou sistema do organismo.
Entre os sintomas mais comuns estão as dores articulares, febre, fadiga crónica, problemas renais, anemia, manchas cutâneas, tromboses, enfartes e fotosensibilidade.

Afecta um número muito elevado de doentes em todo o mundo.

É uma doença ainda pouco conhecida e de diagnóstico difícil.

Ao reencaminhar esta mensagem para todos os seus amigos está a contribuir para uma maior divulgação desta doença.

Obrigada pela sua colaboração e ajuda.



Associação de Doentes com Lupus (Portugal)

Linha Verde: 800 200 231

email: a.lupus.norte@gmail.com



Para quem não sabe, eu tenho Lúpus à quase 23 anos. Quero neste dia desejar a todos os Doentes com Lúpus muita força e coragem e dizer-lhes que as nossas batalhas são duras, mas são elas que nos tornam mais fortes!


terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Citação






"Um braço vigoroso não é mais aguerrido contra a lança do que um braço frágil; são o carácter e a coragem que fazem o guerreiro."


Eurípedes

sábado, 29 de novembro de 2008

Nessun dorma




Il principe ignoto


Nessun dorma! Nessun dorma! Tu pure, o Principessa,

nella tua fredda stanza

guardi le stelle

che tremano d'amore e di speranza...

Ma il mio mistero è chiuso in me,

il nome mio nessun saprà!

No, no, sulla tua bocca lo dirò,

quando la luce splenderà!

Ed il mio bacio scioglierà il silenzio

che ti fa mia.


Voci di donne


Il nome suo nessun saprà...

E noi dovrem, ahimè, morir, morir!


Il principe ignoto


Dilegua, o notte! Tramontate, stelle!

Tramontate, stelle! All'alba vincerò!

Vincerò! Vincerò!


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O príncipe desconhecido (Calàf)


Que ninguém durma!

Que ninguém durma!

Você também, ó Princesa

Em seu quarto frio, olhe as estrelas

Tremendo de amor e de esperança

Mas meu segredo permanece guardado dentro de mim

O meu nome ninguém saberá

Não, não, somente tua boca o dirá

Quando a luz brilhar

E o meu beijo quebrará

O silêncio que te faz minha


Coro feminino


O seu nome ninguém saberá

E nós teremos, oh!, que morrer, morrer


O príncipe desconhecido (Calàf)


Parta, oh noite

Esvaneçam, estrelas

Ao amanhecer eu vencerei!

Vencerei! Vencerei!




Nessun Dorma é uma ària do último acto da ópera Turandot, de Giacomo Puccini



terça-feira, 25 de novembro de 2008

Venda de Natal 2008


A Associação de doentes com Lupus tem um papel muito importante na nossa vida. Infelizmente, pelo que tenho lido, a Associação já teve dias muito melhores, está a passar por grandes dificuldades financeiras e mesmo em risco de acabar. :(
Por isso, convido todos a visitar a Venda de Natal no Grande Hotel do Porto, Rua Santa Catarina, 197 -Porto, nos dias 27 de Novembro até 04 de Dezembro, das 14h às 20h.

Esta é uma forma de ajudarem a nossa associação!

Divulguem por todos os vossos amigos, familiares e conhecidos.

Desde já agradeço!

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

terça-feira, 16 de setembro de 2008

Não Adormeças: O Vento Ainda Assobia No Meu Quarto


"Não adormeças: o vento ainda assobia no meu quarto
e a luz é fraca e treme e eu tenho medo
das sombras que desfilam pelas paredes como fantasmas
da casa e de tudo aquilo com que sonhes.

Não adormeças já. Diz-me outra vez do rio que palpitava
no coração da aldeia onde nasceste, da roupa que vinha
a cheirar a sonho e a musgo e ao trevo que nunca foi
de quatro folhas; e das ervas húmidas e chãs
com que em casa se cozinham perfumes que ainda hoje
te mordem os gestos e as palavras.

O meu corpo gela à míngua dos teus dedos, o sol vai
demorar-se a regressar. Há tempo para uma história
que eu não saiba e eu juro que, se não adormeceres,
serei tão leve que não hei-de pesar-te nunca na memória,
como na minha pesará para sempre a pedra do teu sono
se agora apenas me olhares de longe e adormeceres."

Maria do Rosário Pedreira